quinta-feira, 16 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
EXCURSÃO DIDÁTICA - LUMINÁRIAS (MG)
GRUPO DE ESTUDOS AMBIENTAIS DA SERRA DO MAR
EXCURSÃO DIDÁTICA –
LUMINÁRIAS
rOTEIROS DE NATUREZA E
CULTURA EM ATIVIDADES DE AVENTURA E ECOTURISMO no sul de minas gerais
Dias 30de maio a 02 de junho de 2013 (Feriado de
Corpus Christi)
(trilhas, cavernas,
cachoeiras, montanhas, cerrado, culinária típica e muito mais)
VAlor R$ 300,00 (PREÇO
DE CUSTO)
(casa de apoio e
camping; transporte rodoviário e local; lanche de trilha (2); jantar (2) monitores
ambientais(4); taxas de visitação, roteiro de atividade, e outros itens)
Professor
responsável:
Luiz Afonso Vaz de Figueiredo
Prof. Dr. da
área de Educação, Ecoturismo e Ciências Ambientais (FAFIL/FSA, membro GESMAR)
(E-MAIL: lafonso.figueiredo@gmail.com)
(Fone: (11) 99511-8624 Afonso
MONITORES GESMAR:
Jovenil Ferreira de Souza
Químico/Prof. da Rede Estadual de São
Paulo/Presidente GESMAR
Rosangela Rodrigues de Oliveira
Química/Prof. da Rede Estadual de São
Paulo/membro GESMAR
Lucas Luiz de Souza
Estudante de Biologia e Técnico em
Turismo (Embratur/Nacional)
TABATINGA-ECOTURISMO
E AVENTURA
Lincoln Daniel de
Souza
Especialização
em Ecoturismo-UFLA/Monitor Cultura e Ecoturismo
Azarias Miranda de
Carvalho
Monitor de roteiros
de Espeleoturismo e Ecoturismo de Aventura
quinta-feira, 9 de maio de 2013
SEMINÁRIO SOBRE INVENTÁRIOS DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA EM CIDADES
23 de maio de 2013
8h00 às 18h00
AUDITÓRIO Francisco Romeu Landi, Escola
Politécnica da USP, Prédio da Administração, Av. Prof. Luciano
Gualberto, Travessa 3, n. 380 - Cidade Universitária, São Paulo.
inscrições
exclusivamente por e-mail
(comunicacao@iee.usp.br) enviando nome,
e-mail, cargo e instituição o evento será realizado nos idiomas
português e inglês e contará com tradução simultânea.
PROGRAMAÇÃO
08h00-09h00 - Credenciamento e café de boas vindas
Parte I - Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa para Cidades
09h00-09h30 - Abertura
Ildo Luis Sauer, IEE/USP; Charles Kent, WRI;
Suely Agostinho, Caterpillar Foundation (a confirmar); Mercedes Bustamenta, UnB
e MCT
Anna Maria Lousada, Comitê do Clima/BH; Nelson
Moreira Franco, PCRJ; Ricardo Teixeira, SVMA/SP (a confirmar)
09h30-10h00 - Palestra Magna - A contribuição das cidades no
enfrentamento ao aquecimento global
Jose Goldemberg, IEE/USP
10h00-10h30 - Mudanças Climáticas e Cidades: a importância dos
inventários de GEE para os governos locais no Brasil
Charles Kent, WRI
10h30-10h50 - intervalo
10h50-11h10 - Antecedentes das Iniciativas - GHG Protocol do WRI e
Global Protocol for Community-Level Emissions (GPC)
Wee Kean Fong, WRI
11h10-11h40 - Introdução ao Global Protocol for Community-Level
Emissions (GPC)
Mary Sotos, WRI
11h40-12h00 - Debates co moderação de Viviane Romero, IEE/USP
12h00-13h30 - intervalo para almoço
Parte II - Inventários como Ferramenta para Criar Cidades de Baixo
Carbono
13h30-14h40 - Painel 1 - Iniciativas Internacionais
Facilitadora: Laura Valente de Macedo, WRI
C40 Cities Climate Leadership Group, Adalberto
Maluf
ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade,
Igor Albuquerque
CDP - Carbon Disclousure Project, Fernando
Figueiredo
14h40-16h00 - Painel 2 - Estudos de Caso de Inventários no Brasil
Facilitadora: Rachel Biderman, WRI
Estado de São Paulo, João Wagner Alves, CETESB
Cidade de São Paulo, Délcio Rodrigues, Ekos
Brasil
Cidade do Rio de Janeiro, Carolina Dubeux,
COPPE/UFRJ
16h00-16h30 - Debates com moderação de Sergio Pacca,
NUPPREC/IEE/USP e EACH/USP
16h30-17h45 - Mesa Redonda O Uso da Metodologia de Inventário de
Emissões de GEE como Ferramenta de Planejamento e seus Desafios
Facilitador: Pedro Roberto Jacobi,
PROCAM/IEE/USP
Anna Maria Lousada, Comitê do Clima/BH
Délcio Rodrigues, Ekos Brasil
Evandro Reis, SVMA/SP (a confirmar)
Josilene Ferrer, CETESB e FAAP
Laura Ceneviva, SVMA/SP (a confirmar)
Nelson Moreira Franco, PCRJ
Wee Kean Fong, WRI
17h45-18h00 - Encerramento
domingo, 28 de abril de 2013
VIA ANCHIETA E ESCORREGAMENTOS
Via Anchieta tem 29 pontos de
deslizamento
Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC
O trecho de Serra da Via
Anchieta tem 29 pontos de deslizamento de terra recentes, ocorridos na última
temporada de chuvas. Na maioria dos locais, foi adotada solução temporária para
evitar novos escorregamentos. A Artesp (Agência de Transportes do Estado de São
Paulo) diz ter conhecimento do problema.
A Pista Sul - sentido Litoral - tem 18 ocorrências,
enquanto na Norte foram observados 11 locais em que o solo escorregou. É
possível ver árvores caídas e a existência de terra sobre o asfalto em alguns
trechos. Em fevereiro, uma mulher morreu após deslizamento no km 52 da Rodovia
dos Imigrantes (leia abaixo).
Das 18 áreas da Pista Sul, 17 foram cobertas por piche,
processo chamado tecnicamente de gunitagem. Em outro foco, operários trabalham
na construção de muro de contenção. Já na Pista Norte, os 11 pontos não
apresentam qualquer tipo de intervenção, mesmo que paliativa.
Para a geógrafa Fabiana Souza Ferreira, especialista em
geomorfologia, a gunitagem não resolve o problema, além de provocar risco de
ocorrências ainda mais graves. "Com esse processo, impede-se apenas que
aquela porção específica do solo sofra deslizamento", explica a professora da FSA (Fundação Santo André).
O aumento do perigo se dá em
função da impermeabilização. "A área superior ficará mais pesada do que a
inferior, devido à absorção da água. Com isso, abre-se um caminho livre para a
descida de outras porções do solo", detalha a especialista. Mesmo sem
incidência de chuva nos últimos dias, Fabiana afirma que o risco existe devido
à umidade existente.
A sugestão apontada para evitar tragédias é a elaboração de sistemas
hidrológicos, que consistem na construção de métodos para escoamento adequado
da água. "Muita gente acha que a colocação de grama já faz a contenção. No
entanto, embaixo há muita rocha fraturada, pronta para deslizar."
O professor do Centro de Engenharia da UFABC (Universidade
Federal do ABC) Fernando Rocha Nogueira demonstra menos preocupação em relação
ao uso do piche nas encostas. "Para cada local, é necessário um tipo de contenção.
O muro de arrimo, por exemplo, nem sempre é a melhor solução."
Nogueira também cobra da concessionária Ecovias a
realização constante de monitoramento no trecho de Serra. "Essa empresa
obtém volumoso lucro de operação da gestão das estradas por meio do pedágio,
portanto, essa atividade deveria ser obrigatória." Para o professor, uma
das opções de ações preventivas seria o uso de helicópteros. "A Prefeitura
de São Bernardo monitora áreas de risco a pé e por observação aérea, e isso tem
dado resultado. Esse tipo de situação nunca ocorre de repente, sem dar
sinais."
A Artesp diz que os escorregamentos que interferem na
rodovia são monitorados pela Ecovias. A agência diz que a concessionária não
tem nenhuma responsabilidade pelas ocorrências, e que, portanto, "não há o
que penalizar". Quando há riscos, as medidas de contenção e proteção são
feitas pela empresa, informa o órgão. A Ecovias diz ter gasto R$ 170 milhões
com monitoramento de encostas (leia
abaixo).
Para advogado, Ecovias é
responsável pela manutenção
Para o presidente da comissão de Direito Viário da OAB-SP
(Ordem dos Advogados do Brasil), Maurício Januzzi, a Ecovias é a principal
responsável pela manutenção das encostas ao longo do SAI (Sistema
Anchieta-Imigrantes). "Seria importante uma reunião entre empresa, governo
do Estado e municípios para a realização de uma força-tarefa para esse serviço.
No entanto, mesmo que as prefeituras não tenham feito sua parte, esse é um
problema que influencia na via pública, portanto, cabe à concessionária providenciar
a solução", avalia.
A Ecovias diz ter conhecimento de todos os pontos de
deslizamento relatados pela reportagem, e que todos foram "cuidadosamente
inspecionados por engenheiros da concessionária e empresas especializadas em
geotecnia logo após a chuva atípica que caiu no dia 22 de fevereiro". A
tempestade citada provocou a morte de uma mulher de 43 anos após escorregamento
de terra na entrada de túnel no km 52 da Pista Norte da Imigrantes.
Segundo a Ecovias, foram desenvolvidos projetos de contenção
específicos para cada ponto. "Os trabalhos começaram pela Pista Sul da
Anchieta e obedecem cronograma que leva em conta a segurança dos usuários, as
condições climáticas e o impacto no tráfego, já que os serviços só podem ser
realizados com fechamento total do trecho de Serra", diz a empresa. Todas
as intervenções deverão ser feitas em até seis meses. Em relação à aplicação de
piche, esse procedimento será definitivo em alguns locais. Em outros, será
colocado material complementar. A concessionária diz já ter gasto R$ 170
milhões em monitoramento e estabilização de encostas.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
III BAZAR DO DESAPEGO...ABRA ESPAÇO PARA O NOVO !!!
SE A 1° E 2° EDIÇÃO FORAM UM SUCESSO, IMAGINA AGORA?VENHA PARTICIPAR: FAÇA SUA DOAÇÃO DE SEG A SAB NO LABORATÓRIO DE GEOGRAFIA ( SALA 40 - FAFIL) E ABRA ESPAÇO PARA O NOVO !! ENTREGA DAS DOAÇÕES: ATÉ DIA 7 DE MAIO
DATA DO BAZAR: 6, 7 e 8 DE MAIO.
O VALOR ARRECADADO SERA DESTINADO A:
Semana da Geografia - SET/2013 e ao EREGEO -SE - JUL/2013
O VALOR ARRECADADO SERA DESTINADO A:
Semana da Geografia - SET/2013 e ao EREGEO -SE - JUL/2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
CUBATÃO (SP): RECUPERAÇÃO AMBIENTAL ?!
Cubatão:
dezenas de indústrias modernas, bilhões de cruzeiros arrecadados e a maior
poluição do mundo!
Nos bairros em torno
das indústrias de Cubatão (SP) a população conviveu com 75 tipos diferentes de
poluentes, responsáveis pela alta incidência de doenças respiratórias.
terça-feira, 5 de março de 2013
ATENÇÃO!!!
O volume 32 da Revista do Instituto Geológico está disponível para download no site do Instituto Geológico.
http://t.co/6kswmK61ws
http://www.igeologico.sp.gov.br/dc_revista.asp
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