segunda-feira, 20 de maio de 2013

Dez anos da Lei 10.639: um olhar transdisciplinar sobre as relações etno-raciais


MESA REDONDA: Dez anos da Lei 10.639: um olhar transdisciplinar sobre as relações etno-raciais


O Laboratório de História convida professores e alunos da FAFIL para a Mesa Redonda que será realizada dia 24/05/2013 a partir das 19h00 no auditório da faculdade.


Participantes:
Salomão Jovino – Colegiado de História
Juarez Ambirez – Colegiado de Letras
Marli Vizim – Colegiado de Pedagogia
Glauco Zegna – Colegiado de Geografia
Carlos César Almendra – Colegiado de Ciências Sociais

domingo, 12 de maio de 2013

EXCURSÃO DIDÁTICA - LUMINÁRIAS (MG)




GRUPO DE ESTUDOS AMBIENTAIS DA SERRA DO MAR

EXCURSÃO DIDÁTICA – LUMINÁRIAS
rOTEIROS DE NATUREZA E CULTURA EM ATIVIDADES DE AVENTURA E ECOTURISMO no sul de minas gerais



Dias 30de maio a 02 de junho de 2013 (Feriado de Corpus Christi)
(trilhas, cavernas, cachoeiras, montanhas, cerrado, culinária típica e muito mais)

VAlor R$ 300,00 (PREÇO DE CUSTO)
(casa de apoio e camping; transporte rodoviário e local; lanche de trilha (2); jantar (2) monitores ambientais(4); taxas de visitação, roteiro de atividade, e outros itens)

Professor responsável:
Luiz Afonso Vaz de Figueiredo
Prof. Dr. da área de Educação, Ecoturismo e Ciências Ambientais (FAFIL/FSA, membro GESMAR)
 (E-MAIL: lafonso.figueiredo@gmail.com) (Fone: (11) 99511-8624 Afonso 

MONITORES GESMAR:
Jovenil Ferreira de Souza
Químico/Prof. da Rede Estadual de São Paulo/Presidente GESMAR
Rosangela Rodrigues de Oliveira
Química/Prof. da Rede Estadual de São Paulo/membro GESMAR
Lucas Luiz de Souza
Estudante de Biologia e Técnico em Turismo (Embratur/Nacional)

TABATINGA-ECOTURISMO E AVENTURA
Lincoln Daniel de Souza
Especialização em Ecoturismo-UFLA/Monitor Cultura e Ecoturismo
Azarias Miranda de Carvalho
Monitor de roteiros de Espeleoturismo e Ecoturismo de Aventura

quinta-feira, 9 de maio de 2013

SEMINÁRIO SOBRE INVENTÁRIOS DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA EM CIDADES


23 de maio de 2013
8h00 às 18h00


AUDITÓRIO Francisco Romeu Landi, Escola Politécnica da USP, Prédio da Administração, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, n. 380 - Cidade Universitária, São Paulo.

inscrições exclusivamente por e-mail

(comunicacao@iee.usp.br) enviando nome, e-mail, cargo e instituição o evento será realizado nos idiomas português e inglês e contará com tradução simultânea.

PROGRAMAÇÃO

08h00-09h00 - Credenciamento e café de boas vindas

Parte I - Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa para Cidades

09h00-09h30 - Abertura
                            Ildo Luis Sauer, IEE/USP; Charles Kent, WRI; Suely Agostinho, Caterpillar Foundation (a confirmar); Mercedes Bustamenta, UnB e MCT
                            Anna Maria Lousada, Comitê do Clima/BH; Nelson Moreira Franco, PCRJ; Ricardo Teixeira, SVMA/SP (a confirmar)

09h30-10h00 - Palestra Magna - A contribuição das cidades no enfrentamento ao aquecimento global
                            Jose Goldemberg, IEE/USP

10h00-10h30 - Mudanças Climáticas e Cidades: a importância dos inventários de GEE para os governos locais no Brasil
                            Charles Kent, WRI

10h30-10h50 - intervalo

10h50-11h10 - Antecedentes das Iniciativas - GHG Protocol do WRI e Global Protocol for Community-Level Emissions (GPC)
                            Wee Kean Fong, WRI

11h10-11h40 - Introdução ao Global Protocol for Community-Level Emissions (GPC)
                            Mary Sotos, WRI

11h40-12h00 - Debates co moderação de Viviane Romero, IEE/USP

12h00-13h30 - intervalo para almoço

Parte II - Inventários como Ferramenta para Criar Cidades de Baixo Carbono

13h30-14h40 - Painel 1 - Iniciativas Internacionais
                            Facilitadora: Laura Valente de Macedo, WRI
                            C40 Cities Climate Leadership Group, Adalberto Maluf
                            ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade, Igor Albuquerque
                            CDP - Carbon Disclousure Project, Fernando Figueiredo

14h40-16h00 - Painel 2 - Estudos de Caso de Inventários no Brasil
                            Facilitadora: Rachel Biderman, WRI
                            Estado de São Paulo, João Wagner Alves, CETESB
                            Cidade de São Paulo, Délcio Rodrigues, Ekos Brasil
                            Cidade do Rio de Janeiro, Carolina Dubeux, COPPE/UFRJ

16h00-16h30 - Debates com moderação de Sergio Pacca, NUPPREC/IEE/USP e EACH/USP

16h30-17h45 - Mesa Redonda O Uso da Metodologia de Inventário de Emissões de GEE como Ferramenta de Planejamento e seus Desafios
                            Facilitador: Pedro Roberto Jacobi, PROCAM/IEE/USP
                            Anna Maria Lousada, Comitê do Clima/BH
                            Délcio Rodrigues, Ekos Brasil
                            Evandro Reis, SVMA/SP (a confirmar)
                            Josilene Ferrer, CETESB e FAAP
                            Laura Ceneviva, SVMA/SP (a confirmar)
                            Nelson Moreira Franco, PCRJ
                            Wee Kean Fong, WRI

17h45-18h00 - Encerramento


domingo, 28 de abril de 2013

VIA ANCHIETA E ESCORREGAMENTOS

Via Anchieta tem 29 pontos de deslizamento

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC


O trecho de Serra da Via Anchieta tem 29 pontos de deslizamento de terra recentes, ocorridos na última temporada de chuvas. Na maioria dos locais, foi adotada solução temporária para evitar novos escorregamentos. A Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) diz ter conhecimento do problema.
A Pista Sul - sentido Litoral - tem 18 ocorrências, enquanto na Norte foram observados 11 locais em que o solo escorregou. É possível ver árvores caídas e a existência de terra sobre o asfalto em alguns trechos. Em fevereiro, uma mulher morreu após deslizamento no km 52 da Rodovia dos Imigrantes (leia abaixo).
Das 18 áreas da Pista Sul, 17 foram cobertas por piche, processo chamado tecnicamente de gunitagem. Em outro foco, operários trabalham na construção de muro de contenção. Já na Pista Norte, os 11 pontos não apresentam qualquer tipo de intervenção, mesmo que paliativa.
Para a geógrafa Fabiana Souza Ferreira, especialista em geomorfologia, a gunitagem não resolve o problema, além de provocar risco de ocorrências ainda mais graves. "Com esse processo, impede-se apenas que aquela porção específica do solo sofra deslizamento", explica a professora da FSA (Fundação Santo André).
O aumento do perigo se dá em função da impermeabilização. "A área superior ficará mais pesada do que a inferior, devido à absorção da água. Com isso, abre-se um caminho livre para a descida de outras porções do solo", detalha a especialista. Mesmo sem incidência de chuva nos últimos dias, Fabiana afirma que o risco existe devido à umidade existente.
A sugestão apontada para evitar tragédias é a elaboração de sistemas hidrológicos, que consistem na construção de métodos para escoamento adequado da água. "Muita gente acha que a colocação de grama já faz a contenção. No entanto, embaixo há muita rocha fraturada, pronta para deslizar."
O professor do Centro de Engenharia da UFABC (Universidade Federal do ABC) Fernando Rocha Nogueira demonstra menos preocupação em relação ao uso do piche nas encostas. "Para cada local, é necessário um tipo de contenção. O muro de arrimo, por exemplo, nem sempre é a melhor solução."
Nogueira também cobra da concessionária Ecovias a realização constante de monitoramento no trecho de Serra. "Essa empresa obtém volumoso lucro de operação da gestão das estradas por meio do pedágio, portanto, essa atividade deveria ser obrigatória." Para o professor, uma das opções de ações preventivas seria o uso de helicópteros. "A Prefeitura de São Bernardo monitora áreas de risco a pé e por observação aérea, e isso tem dado resultado. Esse tipo de situação nunca ocorre de repente, sem dar sinais."
A Artesp diz que os escorregamentos que interferem na rodovia são monitorados pela Ecovias. A agência diz que a concessionária não tem nenhuma responsabilidade pelas ocorrências, e que, portanto, "não há o que penalizar". Quando há riscos, as medidas de contenção e proteção são feitas pela empresa, informa o órgão. A Ecovias diz ter gasto R$ 170 milhões com monitoramento de encostas (leia abaixo).

Para advogado, Ecovias é responsável pela manutenção
Para o presidente da comissão de Direito Viário da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), Maurício Januzzi, a Ecovias é a principal responsável pela manutenção das encostas ao longo do SAI (Sistema Anchieta-Imigrantes). "Seria importante uma reunião entre empresa, governo do Estado e municípios para a realização de uma força-tarefa para esse serviço. No entanto, mesmo que as prefeituras não tenham feito sua parte, esse é um problema que influencia na via pública, portanto, cabe à concessionária providenciar a solução", avalia.
A Ecovias diz ter conhecimento de todos os pontos de deslizamento relatados pela reportagem, e que todos foram "cuidadosamente inspecionados por engenheiros da concessionária e empresas especializadas em geotecnia logo após a chuva atípica que caiu no dia 22 de fevereiro". A tempestade citada provocou a morte de uma mulher de 43 anos após escorregamento de terra na entrada de túnel no km 52 da Pista Norte da Imigrantes.
Segundo a Ecovias, foram desenvolvidos projetos de contenção específicos para cada ponto. "Os trabalhos começaram pela Pista Sul da Anchieta e obedecem cronograma que leva em conta a segurança dos usuários, as condições climáticas e o impacto no tráfego, já que os serviços só podem ser realizados com fechamento total do trecho de Serra", diz a empresa. Todas as intervenções deverão ser feitas em até seis meses. Em relação à aplicação de piche, esse procedimento será definitivo em alguns locais. Em outros, será colocado material complementar. A concessionária diz já ter gasto R$ 170 milhões em monitoramento e estabilização de encostas.

 



quarta-feira, 24 de abril de 2013


III BAZAR DO DESAPEGO...ABRA ESPAÇO PARA O NOVO !!!



SE A 1° E 2° EDIÇÃO FORAM UM SUCESSO, IMAGINA AGORA?VENHA PARTICIPAR: FAÇA SUA DOAÇÃO DE SEG A SAB NO LABORATÓRIO DE GEOGRAFIA ( SALA 40 - FAFIL) E ABRA ESPAÇO PARA O NOVO !! ENTREGA DAS DOAÇÕES: ATÉ DIA 7 DE MAIO 
DATA DO BAZAR: 6, 7 e 8 DE MAIO.
O VALOR ARRECADADO SERA DESTINADO A:

Semana da Geografia - SET/2013 e ao EREGEO -SE - JUL/2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

CUBATÃO (SP): RECUPERAÇÃO AMBIENTAL ?!



 

Cubatão: dezenas de indústrias modernas, bilhões de cruzeiros arrecadados e a maior poluição do mundo!





 
Nos bairros em torno das indústrias de Cubatão (SP) a população conviveu com 75 tipos diferentes de poluentes, responsáveis pela alta incidência de doenças respiratórias. 






terça-feira, 5 de março de 2013




ATENÇÃO!!!

O volume 32 da Revista do Instituto Geológico está disponível para download no site do Instituto Geológico.

http://t.co/6kswmK61ws


http://www.igeologico.sp.gov.br/dc_revista.asp